Como se a situação do Palmeiras não fosse dramática o suficiente
neste final de temporada, o clube ainda pode ser obrigado a ir ao
mercado atrás de um goleiro de confiança para o lugar de Fernando Prass.
O experiente arqueiro, de 36 anos, entrou nesta quinta-feira na mira do
Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por ter admitido em
entrevista coletiva já ter recebido a chamada “mala branca”. Se
condenado, Prass pode ser suspenso do futebol por até 720 dias.
A prática, que consiste em um incentivo financeiro dado a um clube
para derrotar um terceiro, a fim de beneficiar o clube pagante, é
passível de denúncia, de acordo com comunicado oficial divulgado no site
do STJD. O texto indica que o Procurador do Tribunal, Paulo Schimitt,
constatou que o camisa 25 pode ser enquadrado no artigo 238 do Código
Brasileiro de Justiça Desportiva.
Por suas declarações, de que “já recebeu (dinheiro) para vencer
jogo”, Fernando Prass pode ser punido por “receber ou solicitar, para si
ou para outrem, vantagem indevida em razão de cargo ou função,
remunerados ou não, em qualquer entidade desportiva ou órgão da Justiça
Desportiva, para praticar, omitir ou retardar ato de ofício, ou, ainda,
para fazê-lo contra disposição expressa de norma desportiva”, conforme o
artigo citado pelo STJD. A pena vai de multa de R$ 100 a R$ 100 mil,
além de suspensão das partidas oficiais de 360 a 720 dias.
A suspensão poderia significar o final da carreira de Fernando Prass,
embora o goleiro já tenha declarado o desejo de atuar, no mínimo, até
2018, quando completará 40 anos de idade. O prazo para análise do caso e
eventual marcação do julgamento do goleiro não foram anunciados, por
isso, ele não deve ser problema para as duas rodadas finais do
Brasileirão, que serão decisivas para sacramentar a permanência do
Palmeiras na Série A ou a terceira queda da história da equipe para a
Série B.
O Palmeiras, com Prass, entrará em campo neste sábado, a partir das
19h30 (horário de Brasília), contra o Internacional, no estádio
Beira-Rio.
Fonte: Esporte Interativo
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Ribéry sugere armação política e diz que C. Ronaldo já ganhou Bola de Ouro
Frank Ribéry se irritou nesta quarta-feira ao falar sobre a Bola de Ouro, prêmio da Fifa entregue ao melhor jogador do mundo. Terceiro colocado na última edição, o francês detonou a escolha da entidade e afirmou que Cristiano Ronaldo já é o vencedor de 2014.
Em entrevista ao jornal alemão Bild, Ribéry vê a escolha do melhor jogador como "pura política" e acredita que Manuel Neuer e Arjen Robber, companheiros de Bayern de Munique e que estão entre os indicados para concorrer ao título, já estão derrotados.
"Eu aprendi muito durante a premiação do último ano. Assim que cheguei lá, disse à minha mulher que iria perder. Eu vi como Joseph Blatter (presidente da Fifa) abraçou o Cristiano Ronaldo e como sua família inteira estava lá. Eu não sou estúpido", disparou.
"Vai ser o mesmo neste ano. O que eu posso dizer? Manuel Neuer e Arjen Robben deveriam ganhar. Você não pode negar isso. Manu venceu tudo, é um grande cara e não é arrogante. Arjen fez uma temporada incrível e ainda fez uma Copa do Mundo fantástica. Mas eu temo que isso será novamente algo político", aumentou.
Para justificar sua tese, Ribéry citou o caso de Fabio Cannavaro, zagueiro italiano que foi eleito o melhor do mundo em 2006. O francês aproveitou para negar que as críticas sejam apenas por inveja de não ter vencido em 2013.
"A Bola de Ouro não é mais para o melhor jogador, é tudo política. Fabio Cannavaro ganhou em 2006 porque ele venceu a Copa do Mundo, e só. Eu não sinto falta disso. Eu não sou ciumento em relação a isso porque não significa nada para mim. Eu estou muito feliz com o que tenho no Bayern de Munique", completou.
Fonte:UOL Esporte
Fonte:UOL Esporte
Em entrevista, Kalil confirma saída da presidência do Galo e sugere novo patrocinador
A presidência do Atlético-MG ficará vaga no a partir do dia 3 de dezembro, quando Alexandre Kalil, o presidente responsável por montar o elenco campeão da Libertadores de 2013, deixará o cargo. O novo mandatário do Galo será Daniel Nepomuceno, atual vice-presidente do clube. Como candidato único na eleição, que acontece no mesmo dia em que Kalil deixa suas responsabilidades, Nepomuceno logo inicia seu mandato de três anos.
- Foi votado e aprovado por unanimidade. Foi também modificada a data da eleição e a posse. Dia 3. Aprovada a votação e a posse do dia 3. Até para não cair naquela estupidez de o presidente assumir em janeiro depois do fechamento de janela, não pode reformar contrato, não pode fazer nada. Então evitamos isso. O presidente do Atlético-MG senta na cadeira no dia 3 de dezembro – disse Kalil, em entrevista à rádio Band News.
O Atlético-MG também terá um novo patrocinador master para a próxima temporada. O clube não contará com o banco BMG e Kalil, em tom de crítica, revelou que a Caixa pode ser a nova investidora do Galo.
- Eu acho que está na hora de a Caixa Econômica Federal pegar o dinheiro do contribuinte e distribuir no futebol. Não é entregar o dinheiro que meia dúzia de diretor da Caixa acha que tem que entregar, como Flamengo, Corinthians. O dinheiro é meu, é seu, de todo mundo. A Caixa é do povo. Acho que nós temos que ir lá conversar sobre a Caixa – afirmou.

Fonte: Esporte Interativo
Advogado de Jobson: 'Ele estava comigo e sem bateria no celular'
O Botafogo já encontrou, pelo menos, uma explicação para a ausência de Jobson no treinamento desta quarta-feira, no Engenhão. De acordo com Rodolpho Cézar, advogado do jogador, ele estava numa reunião e sem bateria no celular.
- Jobson estava comigo no escritório e por isso não foi ao treino. Ele estava sem bateria no celular e por isso não conseguiu contato com a diretoria. Estávamos acertando alguns detalhes importantes para o julgamento de amanhã (quinta-feira) - disse Rodolpho ao LANCE!Net.
E MAIS:O julgamento em questão será realizado pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que analisará a situação do camisa 10 em relação a uma suposta recusa em realizar um exame antidoping enquanto jogava pelo Al Ittihad, da Arábia Saudita.
O atleta foi punido pela Federação Saudita com oito anos de suspensão desde o dia 1º de abril de 2014. Jobson foi reintegrado ao elenco alvinegro em setembro, mas o clube só escalou o jogador após ganhar um parecer do STJD sobre a situação. O tribunal liberou a participação do jogador por entender que a Fifa não reconhecia a punição do Al Ittihad fora da Arábia Saudita. Além disso, a Federação Saudita não julgou o caso.
Inicialmente, o caso seria julgado no dia 13, mas foi adiado por causa da intervenção do governo federal que, através do Ministério do Esporte, pediu para juntar um parecer da Advocacia-Geral da União e solicitou a remarcação do julgamento. O motivo? O caso é complexo e até inédito, pois existem duas legislações conflitantes: a da Fifa e um acordo da Unesco assinado pelo Brasil.
- É uma matéria única, nunca apreciamos uma questão como essa. Existe uma preocupação muito grande do Ministério do Esporte e da Agência Brasileira Antidopagem com um precedente. Acontece que há um conflito entre o sistema da Fifa, que determina que quando o atleta é julgado por doping por uma entidade a ela associada, a decisão só tem efeito em outro país se passar por uma homologação da Comissão Disciplinar da Fifa, que vai analisarse os requisitos do processo foram observados. E isso ainda não aconteceu.
Então, pelo sistema da Fifa, o Jobson teria condições de jogo, tendo em vista que a decisão da Árábia não passou pela Fifa. Por outro lado, há uma convenção da Unesco, da qual Brasil e Arábia Saudita são signatários, estabelecendo que qualquer condenação de doping em qualquer esporte, se for proferida em qualquer desses países, terá aplicação imediata. Então, existe um conflito de normas entre o sistema da Fifa e o da Unesco – explicou Caio Rocha, presidente do STJD, no último dia 13.
Fonte: LanceNet
Novo presidente do Bota estuda reintegrar Sheik e mais 3 para evitar queda
Tão logo venceu as eleições do Botafogo, o novo presidente do clube,
Carlos Eduardo Pereira, tratou de contar sua primeira medida no comando
do clube: tentar reintegrar o quarteto de jogadores dispensado pelo
mandatário antecessor, Maurício Assumpção, no início de outubro.
A ideia de Carlos Eduardo é que Emerson Sheik, Edilson, Júlio César e Bolívar ainda possam ajudar o grupo na reta final do Campeonato Brasileiro para escapar do rebaixamento.
"Se o quarteto tiver contrato ainda, quero conversar com os quatro. A ideia é reintegrá-los ao grupo. Quero dar palavra de apoio a esse elenco. Eles não estão mais sozinhos. Temos uma nova diretoria, um novo presidente. Temos dois jogos decisivos e vamos fazer de tudo para evitar o rebaixamento. Vou fazer o possível para contar com a ajuda dos quatro", disse, em seu discurso de vitória.
Carlos Eduardo ainda comentou a tabela do clube e disse que pretende enfrentar o Atlético-MG, na última rodada, no Maracanã.
"O Botafogo precisa desse reforço para enfrentar o Santos. Eles [afastados] têm qualidade e capacidade. São a única carta que temos na manga para reverter essa situação. Palmeiras tem tabela difícil e queremos trazer decisão para o Maracanã [contra o Atlético-MG]. Pode ser um sonho, mas quero tentar", disse o presidente que assumiu o clube imediatamente após a votação, já na madrugada de quarta-feira.
Além do futebol, Carlos Eduardo terá que se preocupar com a política. Com a vitória, o grupo do novo presidente terá direito a 126 cadeiras no Conselho Deliberativo. Segundo colocado, com 343 votos, Carlos Thiago Cesário Alvim, da chapa "Por Amor ao Botafogo", ficará com 14 lugares no conselho.
O ex-diretor de marketing Marcelo Guimarães, da Chapa "O Grande Salto", teve 200 votos. Vinícius Assumpção, do "Movimento Carlito Rocha", somou 234 votos. Ambos não tiveram bom desempenho nas urnas e ficaram de fora do conselho.
O Deliberativo conta ainda com que conta com 84 integrantes fixos – 67 sócios beneméritos e 17 sócios grande beneméritos.
Fonte: UOL Esporte
A ideia de Carlos Eduardo é que Emerson Sheik, Edilson, Júlio César e Bolívar ainda possam ajudar o grupo na reta final do Campeonato Brasileiro para escapar do rebaixamento.
"Se o quarteto tiver contrato ainda, quero conversar com os quatro. A ideia é reintegrá-los ao grupo. Quero dar palavra de apoio a esse elenco. Eles não estão mais sozinhos. Temos uma nova diretoria, um novo presidente. Temos dois jogos decisivos e vamos fazer de tudo para evitar o rebaixamento. Vou fazer o possível para contar com a ajuda dos quatro", disse, em seu discurso de vitória.
Carlos Eduardo ainda comentou a tabela do clube e disse que pretende enfrentar o Atlético-MG, na última rodada, no Maracanã.
"O Botafogo precisa desse reforço para enfrentar o Santos. Eles [afastados] têm qualidade e capacidade. São a única carta que temos na manga para reverter essa situação. Palmeiras tem tabela difícil e queremos trazer decisão para o Maracanã [contra o Atlético-MG]. Pode ser um sonho, mas quero tentar", disse o presidente que assumiu o clube imediatamente após a votação, já na madrugada de quarta-feira.
Além do futebol, Carlos Eduardo terá que se preocupar com a política. Com a vitória, o grupo do novo presidente terá direito a 126 cadeiras no Conselho Deliberativo. Segundo colocado, com 343 votos, Carlos Thiago Cesário Alvim, da chapa "Por Amor ao Botafogo", ficará com 14 lugares no conselho.
O ex-diretor de marketing Marcelo Guimarães, da Chapa "O Grande Salto", teve 200 votos. Vinícius Assumpção, do "Movimento Carlito Rocha", somou 234 votos. Ambos não tiveram bom desempenho nas urnas e ficaram de fora do conselho.
O Deliberativo conta ainda com que conta com 84 integrantes fixos – 67 sócios beneméritos e 17 sócios grande beneméritos.
Fonte: UOL Esporte
Santos aprova orçamento e prevê R$ 47 mi com vendas
O Conselho Deliberativo do Santos aprovou o orçamento para 2015, com
parecer favorável do Conselho Fiscal em assembleia realizada terça-feira
à noite, na Vila Belmiro. O orçamento prevê despesas de R$ 140,2
milhões e os custos estimados com o futebol profissional são de R$ 93,4
milhões. A previsão estabelece a entrada de R$ 47 milhões com a venda de
jogadores e R$ 6,2 milhões (a serem pagos pelo Barcelona) se Neymar
ficar entre os melhores do mundo na eleição da Fifa.
O departamento de futebol da base terá a destinação de R$ 14,5 milhões; os esportes olímpicos e amadores, R$ 1,4 milhão; o Conselho Deliberativo, R$ 933 mil; as despesas administrativas, R$ 22,7 milhões; despesas com terceiros, R$ 7 mil; totalizando R$ 140.216.00 de despesas, com previsão de R$ 712 mil de superávit.
“O orçamento para a próxima gestão é fantasioso porque fala na venda de dois jogadores por R$ 47 milhões e na contratação de cinco (jogadores) por R$ 10 milhões”, disse o conselheiro Vagner Lombardi, candidato a vice-presidente na Chapa Pense Novo Santos, encabeçada por Orlando Rollo. “A próxima gestão vai pegar um clube quebrado, com um orçamento fantasioso e vai ser cobrado por isso”.
Entre as receitas previstas no orçamento de 2015 estão R$ 33 milhões de patrocínio no uniforme do time profissional, com R$ 18 milhões do espaço master (peito e costas) da camisa (em prospecção com a empresa chinesa de tecnologia Huawei), que está em branco desde dezembro de 2012 (Banco BMG); R$ 4 milhões no ombro, R$ 5 milhões na manga, R$ 4 milhões na barra do short e R$ 2 milhões no número.
Compareceram à assembleia os candidatos a presidente na eleição de 6 de dezembro Nabil Khaznadar (da Chapa Avança Santos), Fernando Santos (da Mar Branco) e Orlando Rollo, da Pense Novo Santos. Nabil, que concorre pela situação, pediu a retirada do item mais polêmico do pauta, que era a votação da autorização da diretoria para negociar direitos federativos de jogadores, o que é impedido pelo estatuto a três meses das eleições.
O Conselho rejeitou por 52 votos a 50 as propostas da Comissão de Inquérito e Sindicância de censura por escrito aos integrantes do movimento Terceira Via, dentre eles candidato a presidente Orlando Rollo, por terem feito uso político do escândalo das carteirinhas, e da rescisão do contrato com a CSU, em razão de o processo de emissão de carteiras de sócios ter se mostrado falho e sujeito à fraude.
Fonte: Esporte Interativo
O departamento de futebol da base terá a destinação de R$ 14,5 milhões; os esportes olímpicos e amadores, R$ 1,4 milhão; o Conselho Deliberativo, R$ 933 mil; as despesas administrativas, R$ 22,7 milhões; despesas com terceiros, R$ 7 mil; totalizando R$ 140.216.00 de despesas, com previsão de R$ 712 mil de superávit.
“O orçamento para a próxima gestão é fantasioso porque fala na venda de dois jogadores por R$ 47 milhões e na contratação de cinco (jogadores) por R$ 10 milhões”, disse o conselheiro Vagner Lombardi, candidato a vice-presidente na Chapa Pense Novo Santos, encabeçada por Orlando Rollo. “A próxima gestão vai pegar um clube quebrado, com um orçamento fantasioso e vai ser cobrado por isso”.
Entre as receitas previstas no orçamento de 2015 estão R$ 33 milhões de patrocínio no uniforme do time profissional, com R$ 18 milhões do espaço master (peito e costas) da camisa (em prospecção com a empresa chinesa de tecnologia Huawei), que está em branco desde dezembro de 2012 (Banco BMG); R$ 4 milhões no ombro, R$ 5 milhões na manga, R$ 4 milhões na barra do short e R$ 2 milhões no número.
Compareceram à assembleia os candidatos a presidente na eleição de 6 de dezembro Nabil Khaznadar (da Chapa Avança Santos), Fernando Santos (da Mar Branco) e Orlando Rollo, da Pense Novo Santos. Nabil, que concorre pela situação, pediu a retirada do item mais polêmico do pauta, que era a votação da autorização da diretoria para negociar direitos federativos de jogadores, o que é impedido pelo estatuto a três meses das eleições.
O Conselho rejeitou por 52 votos a 50 as propostas da Comissão de Inquérito e Sindicância de censura por escrito aos integrantes do movimento Terceira Via, dentre eles candidato a presidente Orlando Rollo, por terem feito uso político do escândalo das carteirinhas, e da rescisão do contrato com a CSU, em razão de o processo de emissão de carteiras de sócios ter se mostrado falho e sujeito à fraude.
Fonte: Esporte Interativo
Senhora muda testamento para ceder terreno para Bota construir CT
Amor de mãe. Amor de torcedora. O sentimento de Dona Terezinha pelo Botafogo é difícil de explicar. Algo tão forte que fez com que a senhora de mais de oitenta anos decidisse mudar seu testamento para deixar uma de suas posses para o Alvinegro quando morresse. Mas ela não fez uma simples caridade. Afirmou, com clareza, como o presente deve ser usado. O terreno de cerca de 35 mil metros quadrados, que fica em uma área nobre da Freguesia, zona oeste do Rio de Janeiro, apenas poderá ser utilizado pelo clube como área de construção de um centro de treinamento ou para um projeto social esportivo.
O clube negocia com a senhora os últimos detalhes da transação. Em breve, o Botafogo já será o detentor da área, embora o usufruto da terra continue pertencendo à Dona Terezinha. O vice-presidente geral do clube, Antônio Carlos Mantuano é o responsável por intermediar as negociações com a senhora.
Como não é efetivamente dono do terreno, o Botafogo ainda não traça planos para utilizá-lo. Mas é pouco provável que o espaço seja usado para um centro de treinamento. As dimensões da área seriam suficientes apenas para a construção de um campo e de um local para hospedar os jogadores. Os planos da diretoria são de tentar encontrar um espaço maior, para ter mais opções de treinamento.
Viúva e sem filhos, dona Terezinha é muito conhecida na área da Freguesia. Dona de alguns imóveis na região, a senhora vem de uma família alvinegra. No clube, é reconhecida por ajudar, principalmente, as categorias de base. A senhora, inclusive, já comprou um dos carrinhos de atendimento aos jogadores quando eles se machucam em campo.
Fonte: GloboEsporte
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